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Na Hot Milhas a segurança está em primeiro lugar, mais de 1.000.000 pessoas aprovam no Facebook.

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04 abr 2011

Hot Milhas no Jornal Estado de Minas

A compra e venda de milhas aéreas foi tema de matéria de capa publicada no caderno de economia, do Jornal Estado de Minas, no último sábado. O Hot Milhas foi a única empresa que concedeu entrevista para a reportagem e falou sobre sua atuação neste mercado.

Como a própria matéria informa, outras empresas também foram procuradas para se posicionarem sobre a negociação de milhas TAM e GOL, mas não quiseram se pronunciar.

Ao aparecer em um jornal renomado no estado, com a maior tiragem de exemplares, somando mais de 90 mil ao dia, o Hot Milhas demonstra não apenas credibilidade junto a seus clientes, como também transparência e idoneidade nas transações de compra de milhas.

A reportagem ainda deixou claro quais são os problemas que podem ocorrer nessas operações se não forem levadas em conta questões de segurança, que já foram amplamente tratadas neste blog, o que mais uma vez demonstra a seriedade do Hot Milhas.

Assim como qualquer relação de consumo pela internet, a compra e venda de milhas exige cuidados especialmente com a liberação das senhas de resgate de pontos. É por isso que solicitamos o envio das senhas que permitirão a emissão das passagens, somente após confirmação do depósito na sua conta.

A matéria também discutiu a legalidade em se vender milhas já que, no contrato de adesão aos programas de fidelidade das aéreas, é vedada a comercialização dos benefícios.

Entretanto, não há, no Brasil, uma legislação específica que diga respeito à compra e venda de milhas, porém esta é uma prática já frequente. Sendo assim não podemos afirmar que uma pessoa ao vender milhas está cometendo qualquer ilegalidade perante as leis brasileiras. Outros mercados, como o de música e vídeos, também já foram alvos da polêmica.

Por exemplo, a oferta livre e gratuita de músicas para download em redes de compartilhamento como o Napster, colocou em cheque a indústria fonográfica, que com o passar dos anos, teve que se adaptar a um mercado consolidado e que não tinha mais volta. O mesmo pode acontecer com o comércio de pontos TAM e milhas Smiles.

O próprio You Tube é alvo de discussões ao disponibilizar vídeos com trechos de filmes e programas de emissoras sem qualquer autorização, ferindo a lei de direitos autorais. Nem por isso, a rede foi proibida de atuar. Pelo contrário, hoje é um dos sites mais reconhecidos do mundo, valendo milhões de reais no mercado.

Assim como estes mercados, o de compra e venda de milhas também supre uma necessidade criada pelos próprios consumidores e que as empresas aéreas insistem em ignorar.

*Veja a matéria completa no site do Jornal Estado de Minas

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