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28 jan 2018

Programa de milhas: será que vale a pena comprar um trecho?

Se você já é um dos adeptos do programa de milhas das companhias aéreas, provavelmente já se deparou com a questão: usar milhas aéreas ou pagar pela passagem para comprar um trecho?

Essa dúvida é muito comum para a maioria das pessoas que fazem parte dos programas de fidelidade. Afinal, milhas são sinônimo de dinheiro e é preciso analisar bem as situações antes de utilizá-las.

Para você decidir se vale a pena comprar trechos com milhas ou dinheiro, elaboramos este post com estratégias de cálculos e exemplos de situações que vão ajudá-lo na hora de aproveitar de fato as vantagens das milhas aéreas!

Como acumular milhas aéreas?

Primeiro, antes de usar, é preciso ter milhas! Após se cadastrar em um programa de milhagem, o cliente passa a acumular toda vez que compra uma passagem aérea, utiliza o cartão de crédito ou adquire produtos na rede de lojas parceiras. Ou seja, quanto mais você viaja, mais milhas você consegue.

Já com os cartões de crédito, na medida em que você efetua o pagamento da fatura, pontos são gerados na sua conta, que poderão ser convertidos mais tarde. Para efetuar o processo, consulte seu banco e seu programa de fidelidade!

Com as milhas, o cliente consegue fazer a troca por bilhetes de voos, produtos e serviços da rede de fidelidade composta por uma série de lojas varejistas ou resgatá-las em dinheiro por meio da venda de milhas. Os serviços, as regras e valores dos programas vão depender de cada companhia. Por isso, cabe ao cliente escolher um programa de milhagem que adeque mais ao seu perfil.

Mas então, devo usar milhas ou pagar por trecho?

Assim que o cliente começa a ter mais milhas e a possibilidade de usá-las para adquirir produtos e passagens aéreas, surge a dúvida sobre trocá-las ou não por trechos de viagem. O cliente tem a opção de pegar um voo “sem gastar” ou ainda pagar pelo trajeto com dinheiro e, consequentemente, acumular mais milhas.

Para solucionar a questão é preciso, primeiro, ter consciência que milhas têm valor comercial. A quantidade que você tem está diretamente ligada aos seus gastos e investimentos. Seu saldo também tem um valor financeiro. Essas variáveis devem entrar no cálculo na hora de decidir se vai de milhas ou de dinheiro.

Como calcular?

Agora que você já sabe que milha é dinheiro, vamos aos números. O valor delas pode variar entre os principais programas de fidelidade como o Multiplus (TAM), Tudo Azul (Azul), Smiles (Gol) e Amigo (Avianca). Nesses programas, o valor de 10 mil milhas pode ir de R$ 200 até R$ 400.

Vamos trabalhar com uma média de R$ 250 a cada 10 mil milhas. Se você tem 50 mil, seu saldo gira em torno de R$ 1.250, que podem ser gastos com novas passagens aéreas caso queira comprar um bilhete de voo.

Porém, para saber o valor exato das suas milhas é preciso fazer uma cotação. Saber esse valor vai ajudar na hora de decidir se o melhor é resgatá-las em benefícios ou pagar por uma passagem aérea.

Além da variação no preço, a quantidade necessária para cobrir os trechos também se altera todos os dias, sem contar quando as companhias lançam algumas promoções.

Para deixar mais claro e facilitar suas contas, responda as seguintes questões:

  • Qual é o menor valor do trecho cobrado pela companhia aérea?
  • Quantas milhas do seu programa são necessárias para você fazer esse mesmo trecho?

Agora, faça a regra de 3 e descubra o valor exato cobrado pela viagem com milhas. Depois, compare os valores.

Vamos ver um exemplo prático: suponhamos que você vá fazer uma viagem de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro no próximo mês. O valor mínimo encontrado para passagem é de R$ 400 ida e volta, e o mesmo trecho custa 20 mil milhas para ida e volta no programa da companhia aérea escolhida.

Aplicando a regra de 3, sabemos que, se 10 mil milhas valem R$ 250,00, então o custo de 20 mil gira em torno de R$ R$ 500.

Nesse caso, o valor cobrado pela passagem com dinheiro é mais barato. Desse modo, você pode optar por vender suas milhas e conseguir o bilhete com o dinheiro da venda. Você vai conseguir uma economia de R$ 100 nessa situação hipotética.

Você pode aplicar essa regra em qualquer trecho que quiser adquirir.

Além do cálculo, há também outras situações em que a venda das milhas é mais recomendada, como quando você não tem interesse ou disponibilidade para viajar e a data de expirar delas está próxima. Vendê-las, nessas situações, é a melhor forma de não perder seus benefícios.

Quais são os trechos mais vantajosos?

Ao aplicar essa regra, você vai constatar que na maioria das vezes é mais interessante vender as milhas, principalmente em trechos nacionais de baixo e médio preços e em trechos que entram em promoções na companhia aérea.

Portanto, em viagens nacionais e programadas com antecedência, em que é mais fácil encontrar passagens aéreas baratas, a compra com o dinheiro é ideal. Os trechos entre capitais brasileiras, por exemplo, sempre se encontram em promoção, o que incentiva ainda mais o uso de dinheiro na compra.

Apenas em trechos mais caros, como em viagens internacionais, o uso das milhas pode ser mais indicado, embora nem sempre essa seja a regra. Isso acontece devido ao alto preço das passagens e pelo fato de que elas raramente podem ser obtidas em promoções que atendam aos usuários nas datas e condições específicas.

Dessa forma, comprar passagens aéreas com dinheiro é uma boa opção para você sair lucrando com o programa de milhas. Para garantir que não terá dor de cabeça, fique atento e sempre realize o procedimento em empresas confiáveis e eficientes, como a Hot Milhas.

Especializada no mercado de milhas, a Hot Milhas garante conforto e agilidade na hora que você quiser vender suas milhas. Você pode, de forma rápida e segura, entrar no site e pedir uma cotação em um minuto.

Agora, compartilhe com a gente como você entre usar milhas ou dinheiro para comprar passagens aéreas! Caso tenha alguma dúvida, comente aqui que esclarecemos tudo!

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