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Qual o papel do mercado de milhas na economia brasileira?

Executiva em seu escritório sentada na frente do notebook avaliando sobre o papel do mercado de milhas na economia brasileira.

As milhas são valiosas não apenas para as companhias aéreas e o consumidor pode se beneficiar com isso

Você já sabe que as milhas são atualmente uma maneira de garantir dinheiro extra a consumidores fidelizados aos programas das companhias aéreas. Mas não é só isso: as milhas na economia brasileira têm grande representatividade. 

Podemos comparar a importância das milhas à comercialização de outras moedas mundiais, como o euro ou o dólar. Entretanto, elas afetam principalmente o setor aéreo e o turismo.

O resultado? Mais pessoas voando com as companhias aéreas, mais executivos viajando para fazer negócios. E até mesmo, mais turistas em destinos que dependem da atividade, mais reservas para os hotéis e por aí vai. 

No entanto, como há muita gente interessada em juntar milhas, há setores secundários sendo movimentados. É o caso dos bancos e meios de pagamento aos quais os cartões de crédito que juntam pontos são vinculados, além do varejo. 

Cenário atual do mercado de milhas

Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF), os programas de fidelidade registraram retração no acumulado de 2020. Com a pandemia a queda foi de 29,9% na movimentação na comparação com 2019.

Os números, no entanto, continuam representativos: a movimentação das associadas foi de R$ 5,3 bilhões, com emissão de 236,7 bilhões de milhas, com 173,9 bilhões de milhas (34,4%) resgatadas.

No último trimestre do ano, as emissões aumentaram 23,2%. No entanto, esse é um indicativo não só da retomada do setor aéreo, mas também da capacidade de adaptação dos programas de fidelidade. 

A pandemia não espantou os consumidores: na comparação anual, houve 9,6% de crescimento na base dos cadastrados nos programas de fidelidade.

Como anda esse mercado

Este mercado tem tanto potencial que uma das polêmicas mais recentes é a proposta de criação de um imposto sobre os programas de fidelidade das companhias aéreas para o resgate! No entanto, ainda não há uma definição para a pauta.

O resgate de passagens aéreas era o destino de quase 80% das milhas trocadas no Brasil antes da pandemia nos atingir em cheio. A estimativa também é da ABEMF.

Em 2020, elas passaram a ser menos resgatadas, pelo menos até o quarto trimestre, quando as passagens aéreas voltaram a representar a maior fatia (67%, conforme levantamento da associação). 

Na realidade, o que houve foi a preferência pelo resgate de produtos. No entanto, itens para o lar, para o home office e até mesmo cerveja passaram a ser os queridinhos dos consumidores.

No entanto, se você nos acompanha há algum tempo, já sabe que essa opção não é muito vantajosa e que existe uma alternativa para a circulação das milhas na economia brasileira. Trata-se da venda de milhas. 

Executiva feliz falando ao celular e digitando no notebook sobre o mercado de milhas aéreas em seu escritório.

Representatividade das vendas de milhas na economia

Nos Estados Unidos, desde 2017, aéreas como a American Airlines já ganham mais vendendo milhas do que passagens. Neste mesmo ano, no Brasil, o negócio decolou e,  segundo estimativas de empresas do segmento, movimentou mais de R$ 500 milhões.

Toda essa rentabilidade também vem contribuindo para o mercado. 

Isso porque as empresas que compram milhas posteriormente utilizam esse saldo de pontos para emitir passagens aéreas com preços reduzidos e vendê-los ao consumidor final ou a empresas. 

Além disso, com a possibilidade de ganhar dinheiro pelas milhas que são acumuladas em compras do dia a dia, o consumidor fidelizado se anima para gastar mais com o cartão de crédito. Os cartões são provenientes da maior parte dos pontos que se transformam em milhas (95%, de acordo com a ABEMF) – em todo o tipo de compra, aquecendo os mais diversos setores. 

Como vender milhas

Depois de entender como as milhas que você tem podem contribuir para a economia brasileira, além de gerar dinheiro para o seu bolso, você provavelmente está mais propenso a comercializá-las.

A Hot Milhas é o intermediário ideal para efetuar essa operação de forma rápida, eficiente e segura. 

No site, o vendedor faz um cadastro na página inicial e define a quantidade de milhas e o programa de fidelidade. Em questão de minutos, a Hot Milhas informa por e-mail a cotação pelas suas milhas.

Se você topar prosseguir com a venda, basta finalizar o cadastro. Durante a análise, nossa equipe irá validar o seu programa de fidelidade. Você deve informar login e senha usados para acessar o seu programa de fidelidade, que pode ser Smiles, TudoAzul ou LATAM Pass.

Mas não se preocupe, suas informações ficarão seguras e protegidas, mesmo se a proposta não for concretizada ou se desistir da venda. Depois de conferir todos os dados, clique em vender.

Depois que a venda for validada, você deverá escolher a forma de recebimento. A venda pode ser em 20, 30, 45 dias ou em 1 dia útil. Em todos os casos, a utilização das milhas negociadas é imediata.

Não deixe as suas milhas aéreas expirarem. Coloque suas milhas na economia brasileira, continue acumulando e contribua para o movimento positivo neste momento de retomada. 

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