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26 out 2017

É possível acumular milhas em viagens a trabalho?

A expansão do mercado aeroviário brasileiro tem possibilitado o crescimento da oferta e do uso dos serviços prestados por companhias aéreas que, entre as várias alternativas para atrair clientes, oferecem programas de fidelidade que geram o acúmulo de pontos. Essa ampliação alcançou o mundo corporativo, já que muitos profissionais se deslocam de avião para cumprir compromissos. Mas dá para obter milhas em viagens a trabalho?

É justamente para responder a essa pergunta que elaboramos este post. Nele, além de obter a resposta para tal questão, você conhecerá as formas mais eficientes de tornar a sua viagem profissional mais lucrativa do ponto de vista das vantagens que podem ser alcançadas. Outra contribuição desse texto é mostrar para você qual pode ser o melhor destino para as suas milhas já acumuladas. Confira agora mesmo!

Como funciona o acúmulo de milhas em viagens a trabalho?

Trata-se de uma pergunta que tem uma resposta relativa conforme os envolvidos na transação, ou seja, a resposta à questão não é a mesma para todos os casos. Isso porque o acúmulo de milhas em viagens a trabalho depende tanto da política da empresa em que o profissional atua, quanto das normas estabelecidas pela companhia aérea em que a compra da passagem será ou foi realizada.

Primeiro, vamos tratar dos procedimentos adotados pela organização — privada ou pública — responsável pelo deslocamento do seu funcionário. Nessa perspectiva, se a instituição disponibilizar a prática do reembolso dos valores gastos, a resposta será positiva, isto é, há a possibilidade de o profissional acumular milhas mesmo em viagens a trabalho.

Essa possibilidade é ocasionada por uma razão muito simples: em geral, quando as empresas operam com o procedimento de reembolso — não só de passagens aéreas, mas também de outras despesas, como alimentação, hospedagem e transporte terrestre — todas as compras feitas e os serviços prestados são feitos em nome da própria pessoa que está efetuando as aquisições ou contratando as prestações.

Portanto, nessa situação, o profissional agirá como se estivesse comprando uma passagem aérea para a realização de uma viagem pessoal. Com isso, no momento de efetuar a compra do bilhete, ele utilizará o seu cadastro na companhia aérea, de modo a utilizar o seu o número do programa de fidelidade do qual participa normalmente, o que vai direcionar as milhas ganhas com a compra para o seu cadastro.

No entanto, a política da empresa pode não ser essa, de modo que a própria organização é quem realiza a aquisição do bilhete aéreo. Nesse caso, a instituição efetua a compra por meio de um cadastro próprio e apenas inclui os dados do passageiro que, na situação, é o profissional que fará a viagem a trabalho. Se a operação for feita dessa forma, não há o acúmulo de milhas para o profissional que vai viajar.

Trata-se de procedimento idêntico ao que ocorre quando o titular de um número de programa de fidelidade compra passagens para outras pessoas: as milhas ficam para o comprador e não para os passageiros. Esse é o modo como as companhias aéreas que operam no Brasil fazem, ou seja, quem compra a passagem é o dono das milhas, podendo, posteriormente, transferi-las ou até vendê-las.

Dessa maneira, o acúmulo de milhas provenientes da compra de passagens corporativas é dependente da flexibilidade da empresa em que o profissional trabalha. Caso a organização não seja adepta da política de reembolso, mas aceite destinar os pontos para o seu funcionário, uma possibilidade é a corporação realizar a inserção do número do cartão de fidelidade do profissional na hora de validar o trecho percorrido.

Qual a forma de tornar as viagens a trabalho mais vantajosas?

A obtenção de um maior número de vantagens durante a realização de viagens corporativas está associada à política da empresa. Se ela opera com a prática de reembolso, o profissional tem mais alternativas para somar pontos durante o trajeto, não se limitando apenas à milhagem obtida com a compra dos bilhetes aéreos, o que pode ocorrer se a organização trabalhar com um cartão corporativo, por exemplo.

Caso o profissional possa custear as suas despesas para, depois, ser reembolsado pela empresa, ele pode aproveitar a oportunidade e turbinar o seu acúmulo de milhas. Nessa perspectiva, ele pode usar o próprio cartão de crédito para arcar com os gastos de alimentação, diárias em hotel, táxi etc. Vale a pena concentrar os gastos no cartão para juntar o maior número de pontos possível.

O que é mais vantajoso fazer com as milhas acumuladas?

Muitas pessoas acreditam que o melhor destino para as milhas acumuladas é a troca por passagens aéreas oferecidas pela companhia que disponibilizou a pontuação. No entanto, trata-se de um grande engano, uma vez que além de essa ser uma opção muito restrita para o consumidor, é bastante comum que a troca não seja vantajosa, levando em conta quantidade de milhas necessárias para adquirir um bilhete.

A opção mais vantajosa para quem tem milhas acumuladas é vendê-las a empresas especializadas nesse tipo de transação. Isso porque, com a venda da pontuação obtida, a pessoa tem a liberdade de fazer o que quiser com o dinheiro recebido, não precisando se limitar à troca por passagens ou serviços e produtos oferecidos pela companhia aérea ou suas parceiras.

Em tempos de crise financeira, como a que o Brasil tem vivido, essa é uma alternativa muito atrativa para quem quer ou precisa de uma renda extra. Ao vender as suas milhas — um negócio totalmente legal, já que você é o dono dos seus pontos —, é possível dar a ela o destino que mais convém às suas necessidades, como pagar contas, fazer compras, saldar dívidas e até mesmo poupar e se precaver de imprevistos.

Como buscamos mostrar ao longo do post, acumular milhas em viagens a trabalho é possível, além de extremamente vantajoso. No entanto, essa possibilidade está associada tanto à política da empresa em que o profissional atua quanto às regras da companhia aérea em que a viagem será feita. Por isso, vale a pena ficar de olho nas melhores opções de passagens e até bater um papo com o setor de recursos humanos da empresa.

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